sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

nem estou com paciência para tornar este post mais elaborado

Andamos todos com falta de apanhar com uns raios de sol na mona para ver se nos passa este mau feitio.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

coisas bonitas

Hoje acordei do lado direito da cama.

na casa de quatro pisos

Estamos a precisar de fazer uma intervention ao terceiro elemento. Pois que desligar luzes antes de ir dormir não é com a senhora. Pôr o lixo no contentor e fazer reciclagem também não. Deixar coisas espalhadas e trazer pessoas cá para casa é o que sabe fazer bem.

embirrações

Mas será que custa assim tanto perceber que a palavra cu não leva acento?

sábado, 12 de janeiro de 2013

Yes

That's all Folks!

Ando a fritar o cérebro com Red Bull. Até terça, se eu chegar lá sem ensandecer.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

o meu alzheimer

Afinal volto em Fevereiro. Monga.

"alguém" que me controle

Estou outra vez com uma vontade enorme de comprar livros.

yay

Há uma grande possibilidade de não voltar a pôr cá os pés este ano.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Blue Ice

Nunca gostei deles, até porque, para mim, os anos só começam em Fevereiro ou em Setembro mas, se tudo correr bem, 2013 será o último ano em que isso irá acontecer, e ainda bem, digo eu, ou talvez não, dirão outros, que esta vida é a melhor que alguma vez vais ter, hum, não me parece, mas daqui a uns anos ainda volto a escrever sobre isso.
Este ano é um sério candidato a um dos mais preenchidos da minha vida, mas se por um lado me parece tão cheio, por outro, parece que ontem ainda era Janeiro, passou tudo tão depressa, fiz 10200 km de avião, andei sempre a correr, embora tenha deixado de correr, vivi em quatro sítios diferentes e mudei efectivamente de casa. Fartei-me de fazer projectos, relatórios, testes e exames, passei muito tempo a ouvir outros falarem, tive ataques de nervos e de pânico, chorei muito, ri-me ainda mais, dei por mim a achar que sou uma pessoa anti-social e mais velha do que aparento fisicamente e a gostar muito de ser assim. Li muito, embora não tanto quanto queria, em 2013 hei-de ler mais e melhor e, se aquele-senhor-em-que-eu-não-acredito quiser, hei-de também ver muitos filmes e assistir a muitos concertos.
Isto tudo para agora chegar ao mais importante, o Luke, claro está, esse senhor com poderes sobrenaturais, que atura as minhas neuras, birras, amuos e medos como ninguém, que é o mais paciente, doce e (não te esqueças de saltar esta palavra) fofinho que eu já conheci e que me faz acreditar que o mundo ainda pode ter salvação e é por isto que 2012 foi o melhor ano de sempre, oh god, estou a tornar-me uma lamechas do pior, podem culpá-lo, que eu não tenho nada a ver com isto.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

sou tão hipster


Quando andei a pesquisar os melhores álbuns de 2012, escolhidos pelos que têm mais tempo do que eu para estas coisas, reparei que este álbum aparecia nas escolhas de vários músicos portugueses (neste artigo do Público). Ok, eram são dois, mas um deles era o Jorge Cruz, dos Diabo na Cruz, que, só assim por acaso têm um dos melhores álbuns de 2012. E lá fui arranjar o dito. Quando vi a capa pensei Hum, querem ver que isto é daquelas que fazem doer a cabeça mal se ouve os primeiros segundos? Mas não, isto é das coisas mais do indie que já ouvi e eu sinto-me bué do indie a ouvir isto e até fico mais bem disposta ao pensar em pés descalços na relva em pleno verão, nos vestidos com padrões florais, nos livros e nele, claro está.

feira do livro 2013


Penso que é isto.

sim, eu sei que eles não servem para essas coisas, aliás, eu agora sei tudo sobre microscópios, ok?

Neste momento, nenhum microscópio era capaz de detectar a minha paciência para microscópios.

pensei que estivesse só sensível

Afinal era um hematoma.

sábado, 22 de dezembro de 2012

da economia para a vida

Bygones are bygones.

hey, fuck the people

Ainda estou para descobrir um sítio que me deixe mais com os nervos à flor da pele do que esta maldita ilha. 

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Se as noites já eram difíceis quando estavas a uns míseros 20 km, como hão-de ser a 1700 km?

bom, bom

É estar para aterrar e Se calhar é melhor não, que não se vê a pista, vamos andar 20 minutos à espera que isto melhore e rezar para que as pessoas não comecem a bater com a cabeça na janela perante a possibilidade de mais 3 horas de viagem até ao ponto de origem, porque o fim do mundo pelos vistos está a começar no meio do Atlântico.

À segunda lá aterrámos.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

wareztuga

O último episódio de Homeland. Para ontem.

where is my mind

Em anexo enviamos o nosso relatório em pft. Qualquer semelhança com pdf é pura coincidência.