sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Águas da Primavera

Ou: o livro com o duelo mais gay de toda a história. Ah e tal, eu não te vou pedir desculpa, vamos mas é ter direito a dois tiros cada um. Ah e tal, vou fazer tiro ao alvo num ponto bastante distante de ti para depois reconhecermos que estávamos errados, pedirmos perdão um ao outro e irmos para casa felizes da vida.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

coisas que me passam pela cabeça enquanto estou a tentar escrever a tese

- Tenho fome.
- Já comia qualquer coisinha.
- O meu estômago parece um buraco sem fundo, que fome é esta, mãe de deus?
- Hum, um chocolatinho vinha mesmo a calhar.
- Hum, há muito tempo que não como tijolos (gomas).
- Já ias buscar gelatina à cozinha.

...


eu e a minha indecisão

Ponho-me a olhar para os 28 livros que já li este ano (esta parte é só para parecer fixe, mas é verdade) e apetece-me rever a pontuação de quase todos os livros que estão entre as duas e as quatro estrelas. Ai.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

eu e a minha excelente capacidade de síntese

Transformar 80 páginas num artigo científico de 10 e num resumo de 250 palavras. Exacto.

sábado, 31 de agosto de 2013

das coisas estranhas

Ter uma moeda de 10 kwanzas (Républica de Angola), estranhamente parecida com uma de 2€, na carteira, sem nunca lá ter ido e sem ter dado por isso no momento em que a recebi. Quer-me cá parecer que alguém anda a tentar a enganar as máquinas do comboio e tendo em conta que 10 kwansas equivalem a qualquer coisa como 8 cêntimos alguém não se anda a sair nada mal, não. Resta-me tentar a minha sorte numa dessas máquinas e passar a moeda a outro. Peço desculpa, tá?

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

e estamos de volta a The Strokes e a tudo o que isso implica*


*pois claro que me estou a referir ao Julian(o)

retirado directamente dos rascunhos

Não acredito em Deus. Custa-me muito crer nisso depois de 5 anos de fórmulas, de cálculos, de física clássica e quântica, de química e biologia, de electrónica e matemática. Custa-me crer que um qualquer maluco, entidade física ou não, se tenha dado ao trabalho de juntar os números certos, nem um cagagésimo acima ou abaixo, para fazer um universo repleto de coisas potencialmente fantásticas a dezenas, centenas e milhares de anos-luz de nós, que não vão ser entendidas em tempo útil: o meu tempo de vida. Há ainda a necessidade de perceber aquilo que se passa dentro do nosso crânio, se essa coisa da alma existe mesmo, onde está alojada, ou se não passamos de um mero conjunto de sinapses com uma personalidade merdosa à segunda-feira. Há sempre uma barreira que se coloca à nossa frente quando deitamos abaixo uma, assim como se descobrem sempre sub-partículas na matéria, uma sequência de coisas incrivelmente pequenas e que funcionam de forma enigmática para nós, por mais que se tente arranjar modelos que as descrevam.
Parece-me tudo demasiado efémero no ser humano para que possa existir um sentido maior por detrás disto tudo. Sei lá eu se vou parar a outro universo quando deixar de estar viva, se vou para o inferno, se me vou transformar numa planta por causa da minha falta de paciência para pessoas chatas e más. Sei lá eu se vou sair de um pipi outra vez. E de que me interessaria saber isso, se não vou ter lembranças do que se passou antes, se não me vou cruzar com as pessoas de quem gostava. E mesmo que cruzasse não me ia lembrar de nada, pelo menos até agora ainda ninguém teve uma epifania dessas.
De que me serve saber de alguma coisa se continuarei a viver uns míseros 70 anos, dos quais só cerca de 40/50 (se tanto) serão realmente bons física e psicologicamente. Descubram-me uma forma de não envelhecer e aí logo falaremos. Quero lá saber que não haja espaço aqui para todos, era a primeira a voluntariar-me para mudar de planeta. 
Por outro lado, seria a pessoa mais feliz do mundo se pudesse debater com outros as teorias já validadas acerca da origem do universo e da estupidez humana. Ainda assim, creio que esse fascínio não duraria muito tempo. Depois de já sabermos tudo, vamos viver para quê? Para ver a próxima aplicação do iPhone, acomodados nas nossas maravilhosas casas flutuantes, com os nossos filhos programados geneticamente e com uma nave fora da porta para ir passar as férias a outra galáxia? Não me parece.
Okay, isto foi tudo para dizer que me estou nas tintas para Deus e para religiões e para gente chata e que não tenho absolutamente nada contra quem acredita e se agarra a isso. Só quero continuar a dar beijos na boca, a receber abraços apertados que quase fazem as minhas costelas ceder, a rir-me das minhas e das palhaçadas dos outros, a ter dinheiro para comer coisas muito calóricas, para viajar, comprar livros, discos e bilhetes para concertos.

Magnífico Material Inútil #2

É o que me vem à cabeça de cada vez que olho para a minha tese.

Magnífico Material Inútil

Geralmente, as partes das músicas que gosto mais são aquelas com papararapaparara ou lalalalalalala ou ohohohohohoh.

When the lights go out

Que livro ler a seguir à Margarita e o Mestre? Os Maias, A Guerra dos Tronos, A Paixão, Pela Estrada Fora, O Amor é Fodido ou Alexandra Alpha?

música para os meus ouvidos

terça-feira, 27 de agosto de 2013

edição especial de música para os meus ouvidos visto que me serviu para os títulos dos milhentos posts de hoje


Vem Devagar (Leva Tudo)

Vou finalmente buscar os meus CDs (Humbug, Paus, XX). Bigben para breve, possivelmente. Yay.

música para os meus ouvidos


Não Sei Desenhar Barcos

Nem deixar a blogosfera.

Helena Aquática

Estou mais anti-social do que nunca.

Tira lá isso Daí

Estava a falar do livro, não de nenhum animal de estimação perdido.

Encontrei os teus Dentes

Finalmente apareceu a Margarita. Finalmente.

Eusébio no Deserto

Já não sei ser do Benfica.

Quis não Quis

Teoricamente, começava a dieta no início de Setembro. Depois lembrei-me que só entrego a tese no final de Outubro. Se calhar, não é a melhor altura para fechar a boca.